terça-feira, 1 de junho de 2010


Eles aproximam-se em grande trote... Vêm fortes como ninguém, e eu terei de os aguentar. Pois é, os exames estão a chegar e os trabalhos a apertar. As saudades da praia também já começam a matar e infelizmente surgiram-me umas contas a mais para pagar. Pairam também pelo ar algumas sensações deveras estranhas que estou a tentar perceber de que se tratam. Está também latente uma oportunidade de trabalho, que a confirmar-se dará um novo rumo à minha vidinha. As outras novidades, estão todas no continente caso queiram consultar.

Por meio destas vicissitudes I wonder... E se for apenas necessário ter um pouco mais de fé? Um pouco mais dessa capacidade estelar de se acreditar naquilo que não se vê… No inteligível!
Ficar um pouco mais aconchegado numa mão etérea, que nos faça esquecer a mágoa que em certas alturas e em determinadas horas nos vai conquistando.

Falta-me uma forma, uma maneira de ser resgatado desta confusão enorme... Uma possibilidade de poder reescrever as tuas mentiras ou até mesmo apagá-las da minha memória, das nossas vidas... Uma forma de fazer o que não devo (posso) fazer, de esquecer o pré-definido e optar por fechar o livro...

Mas agora peço-te para experimentares não virares a nossa página final. Já tentaste fechar o livro e depois o reabriste? O que sentiste? O que sentes agora!?

Tudo o que se passa no onde vivemos é em nós que se passa. Tudo que cessa no que vemos é em nós que cessa... (F.P.O.)

A questão da nossa liberdade é sempre relativa. A prisão não são as grades, e a liberdade não é a rua; existem homens presos na rua e livres na prisão. É 1 questão de consciência e de cabeça.

E agora vou-me agarrar aos Ebooks e aos formulários... Beijos e abraços a quem compete

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