
Hoje que estou de cama tive uma vontade enorme de vir aqui deitar letras ao acaso para dentro deste blog. Apetece-me escrever até mais não em tom de desabafo. Essas ideias fluídas que saiem sem autorização. Mas o que irei eu escrever num blog demasiado publico?
Ainda me lembro da primeira vez que te vi, encontrei-te algures na sala de aula em constante frenesim com a tua amiga do momento. Lembro-me ainda melhor da segunda vez que te encontrei, desceste lentamente a tua rua e percorreste o passeio na tua calma habitual... Desde aí creio que te encontrei todos os dias, e também tu me encontraste todos os dias, num abraço de olhares que nunca tivera fim. Não foi preciso muito tempo para que se desse o inevitável, a incontornável consciência da existência um do outro e de como se começara a formar um mundo só nosso.
Um mundo onde nos é possível sentir o melhor um do outro, o encontro mais intenso das nossas almas, da nossa pele, através dos cheiros, dos sons, das cores.
I loved you first.
Agora vou ganhar força e sair da cama. Vou-me enfiar no carro e guiar para bem longe daqui. Vou almoçar nesse local longínquo e perder-me por lá durante horas. Aproveito e levo as sebentas de Data Mining para a frequência a que nos propõem para a próxima semana.
Bye Bye
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